Autonomía y docencia en el cotidiano escolar sobralense: Efectos del accountability

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.18222/eae.v35.10373

Palabras clave:

Autonomía Docente, Accountability, Evaluación Externa, Política Educativa

Resumen

Esta investigación tiene como objetivo analizar la vivencia de la autonomía por dos maestras que enseñan en el 5º año de educación primaria de una escuela pública de Sobral, Ceará. Para ello, fue realizada una revisión de literatura a partir de autores que discuten sobre autonomía docente y la gestión escolar: Afonso, Ball, Contreras, Freitas, entre otros. También fue realizada una investigación de campo en una escuela de la red municipal. Los resultados de esta exploración indican el establecimiento y mantenimiento de relaciones jerárquicas y autoritarias entre las instituciones y los sujetos que componen el sistema escolar, así como una cultura de profesionalismo, gerenciamiento y rendimiento en la institución educativa.

Descargas

Los datos de descargas todavía no están disponibles.

Biografía del autor/a

Débora Cristina Vasconcelos Aguiar, Universidade Estadual do Ceará (UECE), Iguatu-CE, Brasil

Psicóloga, mestra e doutoranda em Educação pela Universidade Federal do Ceará (UFC). Professora Assistente do departamento de Pedagogia da Universidade Estadual do Ceará (UECE), Faculdade de Educação, Ciências e Letras de Iguatu (FECLI).

Paulo Meireles Barguil, Universidade Federal do Ceará (UFC), Fortaleza-CE, Brasil

Doutor em Educação (2005) pela Universidade Federal do Ceará - Departamento de Teoria e Prática do Ensino da Faculdade de Educação da Universidade Federal do Ceará (UFC).

Citas

Afonso, A. J. (2012). Para uma conceptualização alternativa de accountability em educação. Educação & Sociedade, 33(119), 471-484. https://doi.org/10.1590/S0101-73302012000200008

Aguiar, D. C. V. (2019). Docência e autonomia no cotidiano escolar [Dissertação de mestrado, Universidade Federal do Ceará, Faculdade de Educação]. Repositório Institucional da Universidade Federal do Ceará. https://repositorio.ufc.br/handle/riufc/46079

Aguiar, D. C. V., & Barguil, P. M. (2021). Escola e docência: A autonomia é admissível. Revista de Educação, Ciência e Cultura, 26(2), 1-19. http://dx.doi.org/10.18316/recc.v26i2.8072

Aguiar, D. C. V., & Barguil, P. M. (2022). O aprendiz e a (im)possibilidade da autonomia. Filosofia e Educação, 13(2), 2516–2546. https://doi.org/10.20396/rfe.v13i2.8666268

Araújo, I. A. (2016). Avaliação em larga escala e qualidade: Dos enquadres regulatórios aos caminhos alternativos. Linhas Críticas, 22(48), 462-479. https://doi.org/10.26512/lc.v22i48.4920

Ball, S. J. (2002). Reformar escolas/reformar professores e os terrores da performatividade. Revista Portuguesa de Educação, 15(2), 3-23. http://www.redalyc.org/articulo.oa?id=37415201

Ball, S. J. (2005). Profissionalismo, gerencialismo e performatividade (C. R. Duarte, M. L. M. Gomes, V. L. M. Visockis, Trad.). Cadernos de Pesquisa, 35(126), 539-564. https://doi.org/10.1590/S0100-15742005000300002

Bardin, L. (1979). Análise de conteúdo. Edições 70.

Contreras, J. (2012). Autonomia de professores (S. T. Valenzuela, Trad.; 2a ed.). Cortez.

Costa, A. G., & Vidal, E. M. (2020). Accountability e regulação da educação básica municipal no estado do Ceará – Brasil. Revista Iberoamericana de Educación, 83(1), 121-141. https://doi.org/10.35362/rie8313852

Dewey, J. (1978). Vida e educação (10a ed.). Melhoramentos.

Diehl, L., & Marin, A. H. (2016). Adoecimento mental em professores brasileiros: Revisão sistemática da literatura. Estudos Interdisciplinares em Psicologia, 7(2), 64-85. http://dx.doi.org/10.5433/2236-6407.2016v7n2p64

Ferreira, L. A., & Pereira, M. S. (2019). Efeitos das avaliações em larga escala na organização do currículo escolar. Nuances: Estudos sobre Educação, 30(1), 327-344. https://doi.org/10.32930/nuances.v30i1.6784

Freitas, L. C. (2018). A reforma empresarial da educação: Nova direita, velhas ideias. Expressão Popular.

Galvão, I. (2018). Henri Wallon: Uma concepção dialética do desenvolvimento infantil (23a ed.). Vozes.

Gatti, B. A. (2012). Políticas de avaliação em larga escala e a questão da inovação educacional. Série-Estudos, (33), 29-37. https://www.serie-estudos.ucdb.br/serie-estudos/article/view/59

Geraldi, J. W. (2016). Notas sobre a autonomia relativa do professor e seu cerceamento constante. Revista do NESEF Filosofia e Ensino, 5(1), 116-138. https://revistas.ufpr.br/nesef/article/download/56517/34008

Goldenberg, M. (2004). A arte de pesquisar: Como fazer pesquisa qualitativa em ciências sociais. Record.

Koslinski, M. C., Ribeiro, E., & Oliveira, L. X. de. (2017). Indicadores educacionais e responsabilização escolar: Um estudo do “Prêmio Escola Nota Dez”. Estudos em Avaliação Educacional, 28(69), 804-846. https://doi.org/10.18222/eae.v28i69.4087

Larrosa, J. (2018). Esperando não se sabe o quê: Sobre o ofício de professor (C. Antunes, Trad.). Autêntica.

Minayo, M. C. S. (2008). O desafio do conhecimento: Pesquisa qualitativa em saúde (11a ed.). Hucitec.

Mussi, R. F. F., Mussi, L. M. P. T., Assunção, E. T. C., & Nunes, C. P. (2019). Pesquisa quantitativa e/ou qualitativa: Distanciamentos, aproximações e possibilidades. Revista Sustinere, 7(2), 414-430. https://doi.org/10.12957/sustinere.2019.41193

Oliveira, M. A. A., & Santos, A. L. F. dos (2021). Accountability educacional: Sentidos discursivos em análise. Estudos em Avaliação Educacional, 32, Artigo e07946. https://doi.org/10.18222/eae.v32.7946

Silva, A. L., Filho, & Lopes, F. M. N. (2018). O paradoxo da educação brasileira: Uma relação antagônica entre o princípio de realidade e o princípio de desempenho. Revista Diálogo Educacional, 18(59), 1022-1040. https://doi.org/10.7213/1981-416X.18.059.DS02

Silva, A. F. da, Silva, L. L. da, & Freire, A. M. dos S. (2022). Políticas de accountability na educação estadual do Ceará, Pernambuco e Paraíba. Estudos em Avaliação Educacional, 33, Artigo e09562. https://doi.org/10.18222/eae.v33.9562

Sousa, J., & Pacheco, J. A. (2019). Avaliação externa das escolas: Lógicas políticas de avaliação institucional. Estudos em Avaliação Educacional, 30(74), 536-556. https://doi.org/10.18222/eae.v30i74.5860

Souza, J. (2004). A gramática social da desigualdade brasileira. Revista Brasileira de Ciências Sociais, 19(54), 79-97. https://doi.org/10.1590/S0102-69092004000100005

Werle, F. O. C. (2011). Políticas de avaliação em larga escala na educação básica: Do controle de resultados à intervenção nos processos de operacionalização do ensino. Ensaio: Avaliação e Políticas Públicas em Educação, 19(73), 769-792. https://www.scielo.br/j/ensaio/a/KnxbVPCbHDBHKzHXwh66vkz/?lang=pt&format=pdf

Werle, F. O. C., Koetz, C. M., & Martins, T. F. K. (2015). Escola pública e a utilização de indicadores educacionais. Educação, 38(1), 99-112. https://doi.org/10.15448/1981-2582.2015.1.11686

Publicado

2024-06-14

Cómo citar

Aguiar, D. C. V., & Barguil, P. M. (2024). Autonomía y docencia en el cotidiano escolar sobralense: Efectos del accountability. Estudos Em Avaliação Educacional, 35, e10373. https://doi.org/10.18222/eae.v35.10373

Número

Sección

Evaluación en Larga Escala en Latinoamérica