Rankings na educação superior: as melhores faculdades do Brasil (1982-2000)
DOI:
https://doi.org/10.18222/eae255720142830Palavras-chave:
EDUCAÇÃO SUPERIOR • RANKINGS ACADÊMICOS •RANKING PLAYBOY • AVALIAÇÃO EDUCACIONALResumo
Este artigo aborda o estudo do extinto ranking Melhores Faculdades, o primeiro no campo da educação superior brasileira, criado em 1981 e editado anualmente, por dezenove anos, pela revista masculina Playboy. Foca o funcionamento e a metodologia desse ranking a partir de uma revisão bibliográfica e documental, envolvendo artigos científicos, notícias de jornal, depoimentos de autoridades universitárias publicados em portais da internet e, sobretudo, a análise de suas edições. Partindo da contextualização teórica sobre os rankings acadêmicos, o artigo revela a metodologia adotada pelo ranking em questão, baseada principalmente nas opiniões de chefes de recursos humanos de grandes empresas e diretores dos cursos avaliados, demonstrando a predominância de um grupo de instituições da região Sudeste como responsáveis pelos cursos de melhor qualidade e acenando para, apesar das críticas, a aceitação dos rankings como referenciais de qualidade pelos gestores universitários.
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