Indicadores educacionais sintéticos: Controle e precarização do trabalho docente

Autores

DOI:

https://doi.org/10.18222/eae.v37.11824

Palavras-chave:

Avaliação, Primeiro Ciclo do Ensino Fundamental, Organização de Instituições de Ensino, Controle

Resumo

O presente artigo, resultado de pesquisa bibliográfica, documental e de campo, teve como objetivo compreender a intensificação e o recrudescimento das avaliações em uma rede municipal de ensino entre os anos de 2016 e 2024. A investigação revela que o estreitamento curricular e o controle pedagógico foram estratégias adotadas para a elevação das notas das escolas no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) nas avaliações em larga escala. Apesar do crescimento no Ideb, educadores problematizam a precarização do trabalho docente pelo teor impositivo e a descaracterização da formação humana.

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Biografia do Autor

Rosane Toebe Zen, Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS), Maracaju-MS, Brasil

Doutora em Educação pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar). Pós-doutorado em Educação pela Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste). Professora na UEMS. 

Isaura Monica Souza Zanardini, Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste), Cascavel-PR, Brasil

Doutora em Educação pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Docente e coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Educação (PPGE) da Unioeste, campus de Cascavel.

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Publicado

29-06-2026

Como Citar

Zen, R. T., & Zanardini, I. M. S. (2026). Indicadores educacionais sintéticos: Controle e precarização do trabalho docente. Estudos Em Avaliação Educacional, 37, e11824. https://doi.org/10.18222/eae.v37.11824

Edição

Seção

Artigos