“Esta escuela es demasiado blanca”: Éxito escolar de estudiantes negros en la educación secundaria
DOI:
https://doi.org/10.1590/1980531412192Palabras clave:
Relaciones Étnico-Raciales, Racismo, Escuela Secundaria, Capital SocialResumen
Este artículo analiza cómo se constituyen las trayectorias escolares exitosas de estudiantes negros de clases populares en la educación secundaria, a pesar del racismo estructural presente en las instituciones educativas. Metodológicamente se trata de una investigación cualitativa con observación participante, grupos de discusión y entrevistas con estudiantes de una escuela pública. Los datos indican que los estudiantes no siempre perciben el racismo estructural en las interacciones intersubjetivas; provienen de familias cuyos padres han completado al menos la educación primaria y valoran el conocimiento producido por la escuela; y cuentan con una red de apoyo que, si bien no constituye un capital social en el sentido estricto del término, proporciona oportunidades que pueden convertirse en capital cultural en el mercado escolar.
Descargas
Citas
Aguiar, M. M., Piotto, D. C., & Correa, B. C. (2015). Relações étnico-raciais e formação docente: Situações de discriminação racial na educação infantil. Revista Eletrônica de Educação, 9(2), 373-388. https://www.reveduc.ufscar.br/index.php/reveduc/article/view/1092
Bersani, H. (2017). Racismo estrutural e o direito à educação. Educação em Perspectiva, 8(3), 380-397. https://periodicos.ufv.br/educacaoemperspectiva/article/view/6975/2829
Bourdieu, P. (1989). O poder simbólico (F. Thomaz, Trad.). Bertrand Brasil.
Bourdieu, P. (2003). A dominação masculina (M. H. Kühner, Trad.; 3ª ed). Bertrand Brasil.
Bourdieu, P. (2007a). A escola conservadora: As desigualdades frente à escola e à cultura In M. A. Nogueira, & A. Catani (Orgs.), Escritos de educação (9ª ed., pp. 39-64). Vozes.
Bourdieu, P. (2007b). O capital social: Notas provisórias. In M. A. Nogueira, & A. Catani (Orgs.), Escritos de educação (9ª ed., pp. 65-70). Vozes.
Bourdieu, P. (2007c). Os três estados do capital cultural. In M. A. Nogueira, & A. Catani (Orgs.), Escritos de educação (9ª ed., pp. 79-88). Vozes.
Bourdieu, P. (2009). O senso prático (M. Ferreira, Trad.). Vozes.
Bourdieu, P. (2012). A miséria do mundo (M. Azevedo, J. Clasen, S. Guimarães, M. Penchel, G. Teixeira & J. Vargas, Trads.; 9ª ed.). Vozes.
Bourdieu, P. (2023). Sociologia geral, vol. 3: As formas do capital: Curso no Collège de France (1983-1984) (F. Ribeiro, Trad.). Vozes.
Breder, D., & Coelho, P. (2017). Desvelando imagens: O visível e o indizível na pele que habitamos. Revista Estudos Feministas, 25(3), 1489-1502. https://periodicos.ufsc.br/index.php/ref/article/view/40362
Carvalho, M. P. de. (2004). Quem são os meninos que fracassam na escola? Cadernos de Pesquisa, 34(121), 11-40. https://publicacoes.fcc.org.br/cp/article/view/487
Carvalho, M. (2005). Quem é negro, quem é branco: Desempenho escolar e classificação racial de alunos. Revista Brasileira de Educação, (28), 77-95. https://doi.org/10.1590/S1413-24782005000100007
Carvalho, M. P. de. (2009). Gênero, raça e avaliação escolar: Um estudo com alfabetizadoras. Cadernos de Pesquisa, 39(138), 837-866. https://publicacoes.fcc.org.br/cp/article/view/215
Da Matta, R. (1978). O ofício de etnólogo, ou como ter anthropological blues. Boletim do Museu Nacional, (27), 1-12. https://revistas.ufrj.br/index.php/bmna/article/view/49240
Dayrell, J. T., & Jesus, R. E. de. (2016). Juventude, ensino médio e os processos de exclusão escolar. Educação & Sociedade, 37(135), 407-423. https://doi.org/10.1590/ES0101-73302016151533
Draelants, H., & Ballatore, M. (2021). Tradução: Capital cultural e reprodução escolar: Um balanço crítico (G. M. A. da Silva, I. S. Casquer & D. C. Piotto, Trads.). Educação e Pesquisa, 47, Artigo e470100302trad. https://educa.fcc.org.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1517-97022021000101204#fn6
Fanon, F. (2008). Pele negra, máscaras brancas (R. Silveira, Trad.). Edufba.
Figueiredo, Â., & Grosfoguel, R. (2009). Racismo à brasileira ou racismo sem racistas: Colonialidade do poder e a negação do racismo no espaço universitário. Sociedade e Cultura, 12(2), 223-234. https://doi.org/10.5216/sec.v12i2.9096
Gonzalez, L. (1984). Racismo e sexismo na cultura brasileira. Revista Ciências Sociais Hoje – Anpocs, 223244. https://patriciamagno.com.br/wp-content/uploads/2021/04/GONZAL1.pdf
Guimarães, A. S. A. (1995). Racismo e anti-racismo no Brasil. Novos Estudos CEBRAP, 3(43), 26-44. https://estudosetnicosraciaisufabc.wordpress.com/wp-content/uploads/2016/02/racismo-e-anti-racismo.pdf
Guimarães, A. S. A. (2003). Como trabalhar com “raça” em sociologia. Educação e Pesquisa, 29(1), 93-107. https://doi.org/10.1590/S1517-97022003000100008
Héritier, F., & Xanthakou, M. (Orgs.). (2004). Corps et affects. Odile Jacob.
Le Breton, D. (1990). Anthropologie du corps et modernité. P.U.F.
Le Breton, D. (2019). Antropologia das emoções (L. A. S. Peretti, Trad.). Vozes.
Lima, R. V. A. (2019). A sociologia bourdieusiana e a construção social do habitus negro. Praça: Revista Discente da Pós-Graduação em Sociologia da UFPE, 3(1), 7-22. https://periodicos.ufpe.br/revistas/index.php/praca/article/view/242820
Malomalo, B. (2014). Branquitude como dominação do corpo negro: Diálogo com a sociologia de Bourdieu. Revista da ABPN, 6(13), 175-200. https://abpnrevista.org.br/site/article/view/158/155
Munanga, K. (2000). O preconceito racial no sistema educativo brasileiro e seu impacto no processo de aprendizado do “alunado” negro. In J. C. de Azevedo, P. Gentili, A. Krug, & C. Simon (Orgs.), Utopia e democracia na educação cidadã (pp. 245-257). UFRGS; Secretaria Municipal de Educação.
Oliveira, F. de, & Abramowicz, A. (2010). Infância, raça e “paparicação”. Educação em Revista, 26(2), 209-226. https://doi.org/10.1590/S0102-46982010000200010
Oliveira, R. C. de. (1996). O trabalho do antropólogo: Olhar, ouvir, escrever. Revista de Antropologia, 39(1), 13-37. https://doi.org/10.11606/2179-0892.ra.1996.111579
Ristoff, D. (2013). Perfil socioeconômico do estudante de graduação: Uma análise de dois ciclos completos do Enade (2004 a 2009). Cadernos do GEA, (4), 5-32. https://flacso.redelivre.org.br/files/2015/03/Caderno_GEA_N4.pdf
Rodrigues, G. F. (2022). “Estranhou o quê? Preto pode ter o mesmo que você”: Um estudo sobre trajetórias escolares de estudantes negras e negros do ensino médio de um colégio da rede estadual em Petrópolis/RJ [Tese de doutorado, Universidade Católica de Petrópolis]. UCP. https://pos.ucp.br/doutorado-em-educacao-teses-2022/
Rodrigues, G. F., & Breder, D. (2023a). “Raça” e racismo estrutural: (Re)pensando a formação de professores na educação básica. Revista Brasileira de Política e Administração da Educação, 39(1), Artigo e129304. https://doi.org/10.21573/vol39n12023.129304
Rodrigues, G. F., & Breder, D. (2023b). Sucesso é ser alguém na vida: Repensando juventudes, racismo e sucesso escolar. Revista Caminhos da Educação: Diálogos, culturas e diversidades, 5(2), 1-16. https://doi.org/10.26694/caedu.v5i2.4693
Surrallés, A. (2004). Des états d’âme aux états de fait: La perception entre le corps et les affects. In F. Héritier, & M. Xanthakou (Orgs.), Corps et affects (pp. 59-75). Odile Jacob.
Tosta, S., & Alves, P. (2012). Cultura e cor na escola: Uma etnografia com adolescentes negros de elite. In T. Dauster, S. Tosta, & G. Rocha (Orgs.), Etnografia e educação (pp. 190-221). Lamparina.
Descargas
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2026 Gerusa Faria Rodrigues, Debora Breder

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución 4.0.
Los autores que publican en esta revista concuerdan con los siguientes términos:
a. Los autores mantienen los derechos de autor y conceden a la revista el derecho de primera publicación, con el trabajo licenciado, simultáneamente, bajo la Licencia Creative Commons Attribution que permite compartir el trabajo con reconocimiento de la autoría y publicación inicial en esta revista.
b. Los autores tienen autorización para asumir, separadamente, contratos adicionales, para distribución no exclusiva de la versión del trabajo publicada en esta revista (ej.: publicar en repositorio institucional o como capítulo de libro), con reconocimiento de la autoría y publicación inicial en esta revista.
c. Los autores tienen autorización y son estimulados para publicar y distribuir sus trabajos on-line (ej.: en repositorios institucionales o en su respectiva página personal en la Internet) en cualquier fecha antes o durante el proceso editorial, ya que esto puede generar modificaciones productivas, así como aumentar el impacto y las citas del trabajo publicado (Véase: El Efecto del Acceso Libre).







