Renovación de la enseñanza de la escritura de 1940 a 1950 en la fase inicial de la escolarización
DOI:
https://doi.org/10.1590/1980531411330Palabras clave:
Enseñanza de la Escritura, Alfabetización, Estudos de la Unesco, Bureau International d’ÉducationResumen
El artículo tiene como objetivo comprender la enseñanza de la escritura a partir de las críticas formuladas a los antiguos métodos mediante las bases propuestas para las innovaciones, con fundamento en las orientaciones suministradas por la Organización de las Naciones Unidas para la Educación, la Ciencia y la Cultura (Unesco) y por el Bureau International d’Éducation (BIE) en las décadas de 1940 y 1950. Adopta la noción bajtiniana de enunciado. Se trata de una investigación documental que dialoga con libros, recomendaciones e informes de investigación difundidos por estos organismos. Las acciones de dichas entidades contribuyeron a promover una renovación de los métodos de enseñanza de la escritura, anclada en conocimientos de la psicología y de la biología, lo que propició que el acto de escribir pasara a ser visto como una actividad creativa y personal, y no solo como una reproducción de formas establecidas.
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