O curso de partos: deve ou não haver parteiras?

Autores

  • Maria Lúcia Mott USP

Palavras-chave:

Parteiras, Formação Profissional, Relações de Gênero e Raciais, História da Educação

Resumo

Este artigo analisa os cursos para formação de parteiras no Brasil, no século XIX. A documentação pesquisada é extremamente rica e levanta importantes questões referentes à formação das parteiras, ao perfil de alunas desejado, à freqüência e ao número de alunas matriculadas, ao papel de médicos e parteiras no atendimento ao parto, à disputa profissional, como ainda, às relações de gênero e raciais, no período.

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Publicado

12-07-2013

Como Citar

Mott, M. L. (2013). O curso de partos: deve ou não haver parteiras?. Cadernos De Pesquisa, (108), 133–160. Recuperado de http://publicacoes.fcc.org.br/index.php/cp/article/view/670

Edição

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