https://publicacoes.fcc.org.br/eae/issue/feedEstudos em Avaliação Educacional2026-03-26T15:26:40-03:00Nelson Gimeneseae@fcc.org.brOpen Journal Systems<div class="gmail_default"> <p>Foi criada em 1990, como desenvolvimento da revista <em>Educação e Seleção</em> (1980-1989). Até 2020 era uma revista quadrimestral, tornando-se uma publicação contínua em 2021. Publica trabalhos relacionados com a avaliação educacional e a análise de políticas e programas que dialogam com a avaliação e/ou venham a subsidiar estudos avaliativos, acolhendo trabalhos originários de diferentes áreas das ciências humanas, com perspectivas teóricas e metodológicas diversas, propiciando a troca de informações e o debate acadêmico.</p> <p><strong>Estudos em Avaliação Educacional</strong> é A1 no Qualis Periódicos 2017-2020.</p> <p>ISSN: 0103-6831 | e-ISSN: 1984-932X</p> </div>https://publicacoes.fcc.org.br/eae/article/view/11072Avaliação de impacto do Programa Um Computador por Aluno no desempenho escolar2026-03-26T15:26:40-03:00Jayane Freires Ferreirajayfreires2014@gmail.comEdward Martins Costaedwardcosta@ufc.brAhmad Saeed Khansaeed@ufc.brGuilherme Irffiirffi@caen.ufc.brAlex Felipe Rodrigues Limaafelipe_7@hotmail.comFelipe Resende Oliveira felipexresende@gmail.com<p>Este estudo visa a quantificar o impacto do Programa Um Computador por Aluno (Prouca) no desempenho educacional de estudantes do 9<sup>o</sup> ano do ensino fundamental das escolas públicas do Brasil. Utilizaram-se os microdados do Saeb e do Censo Escolar, aplicando o método de regressão descontínua <em>fuzzy</em> e considerando a quantidade de alunos e professores predita pela função de Maimonides. Os resultados revelaram que o Prouca não teve impacto significativo no desempenho dos estudantes nos exames de língua portuguesa e matemática. Essas evidências corroboram a literatura existente que avalia a implementação das tecnologias da informação e comunicação (TICs) nas escolas, especialmente em países em desenvolvimento.</p>2026-03-26T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Jayane Freires Ferreira, Edward Martins Costa, Ahmad Saeed Khan, Guilherme Irffi, Alex Felipe Rodrigues Lima, Felipe Resende Oliveira https://publicacoes.fcc.org.br/eae/article/view/11712Saeb e Teste de Fluência de Leitura com crianças imigrantes e brasileiras2026-02-13T11:21:33-03:00Leila Adriana Baptaglinlab251084@gmail.comFloralice Barreto Oliveirafloralice.b@gmail.comGabrielle Oliveiragabriele_oliveira@gse.harvard.edu<p>O presente trabalho buscou compreender o processo de avaliação educacional, a partir do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) e do Teste de Fluência de Leitura, de crianças imigrantes e brasileiras na rede municipal de ensino de Boa Vista, Roraima. Por meio de uma etnografia, buscamos padrões interativos nas observações em sala de aula com duas turmas do 2<sup>o</sup> ano do ensino fundamental, nos dois semestres de 2023, e entrevista com as professoras e com a secretária de Educação do município. Com a análise, compreendemos que, embora as escolas estejam alinhadas às diretrizes da Base Nacional Comum Curricular, não atendem às demandas dos alunos estrangeiros, ferindo a Lei n. 13.445/2017, que garante o acesso à educação aos imigrantes.</p>2026-01-30T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Leila Adriana Baptaglin, Floralice Barreto Oliveira, Gabrielle Oliveirahttps://publicacoes.fcc.org.br/eae/article/view/11832Integrando a desigualdade ao Ideb por meio de um indicador complementar2026-02-19T17:31:47-03:00Fabio Domingues Waltenbergfdwaltenberg@id.uff.brBeatriz Morgado Marcojebeatrizmarcoje@gmail.comLaís da Costa de Deus Miguellaisdeus@id.uff.brMylena da Silva Gomes Barretomylenagomes@id.uff.br<p>Neste artigo, introduzimos o Ideb-D, um Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) ajustado à desigualdade, compreendido como um indicador complementar ao Ideb. A divulgação simultânea dos dois evidenciaria a penalização de cada unidade educacional pela desigualdade de desempenho entre seus alunos. Como ilustração, comparamos o ordenamento pelo Ideb e pelo Ideb-D das regiões e também das unidades federativas brasileiras em 2007 e 2019. A penalização pela desigualdade implica inversões de posição, que se tornam mais frequentes conforme aumenta a aversão à desigualdade, controlada por um parâmetro na fórmula do indicador. Uma vantagem do Ideb-D é que ele leva em conta a desigualdade sem desprezar a nota de nenhum aluno – notas mais baixas são priorizadas diante de notas mais altas, e tanto mais quanto maior for o parâmetro de aversão à desigualdade.</p>2026-02-19T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Fabio Domingues Waltenberg, Beatriz Morgado Marcoje, Laís da Costa de Deus Miguel, Mylena da Silva Gomes Barretohttps://publicacoes.fcc.org.br/eae/article/view/12097A história em quadrinhos como instrumento de avaliação na educação física escolar2025-12-18T13:21:12-03:00Ricardo Chaves dos Santosricardo.ch1989@gmail.comMarcela Bruschimbruschi.cefd@gmail.comMarciel Barcelosmarcielbarcelos@gmail.comMatheus Lima Frossardmatheusmlf1@gmail.com<p>Este estudo analisa a história em quadrinhos como instrumento avaliativo para as aulas de educação física. Colaboraram com a pesquisa 23 crianças de uma escola do estado de Mato Grosso. As histórias em quadrinhos permitiram aos alunos narrarem seus processos de aprendizagem, significados em experiências individuais. Os resultados evidenciam que as regras e os fundamentos do basquete foram aprendidos (saberes-objetos e saber de domínio), mas também houve reflexões sobre valores, atitudes e questões socioculturais, como cooperação e respeito às diferenças (saber distanciação-regulação), o que denota a especificidade da educação física, que transcende a mera reprodução de habilidades motoras.</p>2026-04-15T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Ricardo Chaves dos Santos, Marcela Bruschi, Marciel Barcelos, Matheus Lima Frossardhttps://publicacoes.fcc.org.br/eae/article/view/12124Desempenho no Enade e Exame de Suficiência do CFC: Convergências e divergências2025-06-18T08:26:23-03:00Bruno Barbosa de Souzabruno06bs@gmail.comLayne Vitória Ferreiralyvferreira@gmail.comGilberto José Mirandagilbertojm1@gmail.comEdvalda Araújo Lealedvalda@ufu.brJanser Moura Pereirajanser@ufu.br<p>Avaliaram-se os determinantes do rendimento no Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade) e as taxas de aprovação no Exame de Suficiência do Conselho Federal de Contabilidade (CFC) para os cursos de Ciências Contábeis. Foram utilizados dados de 552 cursos de graduação participantes dos exames no segundo semestre de 2022. Os resultados revelaram que, em ambos os exames, a categoria administrativa e a região de localização do curso foram fatores determinantes. No Enade, observou-se que percepções positivas sobre as oportunidades de ampliação da formação podem fazer a diferença. No Exame de Suficiência, a proporção de professores doutores vinculados à instituição pode ser relevante para a aprovação. A pesquisa fomenta e amplia a discussão sobre como características institucionais e docentes podem afetar o desempenho discente nos exames.</p>2026-04-07T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Bruno Barbosa de Souza, Layne Vitória Ferreira, Gilberto José Miranda, Edvalda Araújo Leal, Janser Moura Pereirahttps://publicacoes.fcc.org.br/eae/article/view/12573Novas considerações sobre como medir desigualdade de proficiências2026-02-13T11:21:32-03:00Rodolfo Hoffmannhoffmannr@usp.br<p>Vou discutir alguns dos temas abordados na resposta de Soares e Ernica (2025) à minha crítica (Hoffmann, 2025) do uso da divergência de Kullback-Leibler na avaliação de proficiências em testes educacionais. Primeiro procuro deixar claro que as medidas de desigualdade de Theil não são casos particulares da divergência de Kullback-Leibler. Depois reconheço a importância de distinguir a desigualdade de oportunidades na obtenção de proficiências adequadas, mas ressalto que é válido e relevante considerar essa desigualdade como uma parcela da desigualdade total. Reconheço, também, que a análise da distribuição relativa pode ser uma metodologia muito útil; porém, no último tópico, destaco que o mais simples e claro é usar medidas clássicas de tendência central, dispersão, desigualdade e assimetria.</p>2026-01-30T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Rodolfo Hoffmannhttps://publicacoes.fcc.org.br/eae/article/view/12621Considerações sobre a nota do Prof. Delgado2026-03-12T15:57:18-03:00Rodolfo Hoffmannhoffmannr@usp.br<p>Em artigo anterior usei indevidamente “notas” como sinônimo de “proficiências”. Decerto a metodologia de avaliação do aprendizado avançou muito com a Teoria da Resposta ao Item (TRI). O debate sobre a escolha de medidas apropriadas se refere à comparação de distribuições de proficiências. O <em>T</em> de Theil não é um caso especial da divergência de Kullback-Leibler. Sigo defendendo o uso de medidas básicas de tendência central, dispersão e desigualdade para comparar distribuições de proficiências. Poder-se-ia acrescentar uma medida de assimetria. Representações gráficas podem ser esclarecedoras. É possível experimentar outros métodos, mas não faz sentido defender o uso da divergência de Kullback-Leibler para substituir as médias e variâncias ou evitar o uso de medidas comuns de desigualdade. Para ilustrar, analisam-se microdados do Sistema de Avaliação da Educação Básica.</p>2026-03-12T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Rodolfo Hoffmann