O curso de partos: deve ou não haver parteiras?

Maria Lúcia Mott

Resumo


Este artigo analisa os cursos para formação de parteiras no Brasil, no século XIX. A documentação pesquisada é extremamente rica e levanta importantes questões referentes à formação das parteiras, ao perfil de alunas desejado, à freqüência e ao número de alunas matriculadas, ao papel de médicos e parteiras no atendimento ao parto, à disputa profissional, como ainda, às relações de gênero e raciais, no período.

Palavras-chave


Parteiras; Formação Profissional; Relações de Gênero e Raciais; História da Educação

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